segunda-feira, 21 de julho de 2014

Obras do novo prédio da Justiça Federal

A estrutura do futuro prédio da Justiça Federal de Blumenau está quase concluída. O edifício de 10 andares e 13.900 m² que fica ao lado do parque Ramiro Rüdiger e do Fórum deve ser concluído em 2015. Apesar de grande, a obra vem seguindo em passos lentos, como em quase todas as obras públicas. Se fosse na iniciativa privada, provavelmente estaria pronta, já que o projeto foi anunciado em 2011.



Perpectivas do prédio concluído :





domingo, 20 de julho de 2014

Andamento das obras dos 3 edifícios mais altos de Blumenau - 20/07/2014

Segue abaixo o andamento das obras dos futuros 3 edifícios mais altos de Blumenau em imagens captadas por mim em 20/07/2014 :

Residencial Dr. Hermann Blumenau - Victor Konder - 124 metros de altura - 35 andares - Construtora Nova Trento : está no 23º andar da estrutura.


Edifício visto a partir do final da rua Walter Thomsen

Edifício visto a partir da rua Heinrich Hosang
Condomínio Residencial Grand Trianon - Ponta Aguda - 122 metros de altura - 35 andares (2 subsolos) - Construtora Planolar : os dois subsolos já foram feitos e agora está no 8º andar da estrutura sobre o solo. Reparem no imenso pé-direito do pavimento de uso comum.


Lateral e traseira do edifício visto a partir do final da rua Uruguai

Frente do edifício visto a partir da Avenida Brasil
Ibiza Trade & Financial Center - Velha - 94 metros de altura - 26 andares - Torresani Empreend. Imobiliários : obra está no 14° andar da estrutura.


Frente do edifício na rua Dr. Leo de Carvalho

Frente e lateral do edifício na rua Dr. Leo de Carvalho
Veja também :

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Residencial Fritz Müller - Victor Konder

A Castelo Engenharia lança em Blumenau na rua Victor Konder, 130, no bairro Victor Konder, o Residencial Fritz Müller em torre de 13 andares com apartamentos de 3 suítes, sendo 2 apartamentos por andar.





O edifício :
- Fachada com detalhes pastilhados;
- Salão de festas mobiliado;
- Hall de entrada mobiliado;
- Playground;
- Piscina;
- Reaproveitamento de água da chuva;
- 2 Elevadores;
- Gás central;
- 2 aptos por andar

Os apartamentos :
- Portas e rodapés brancos laqueados;
- Fechadura digital na porta de entrada;
- Piso Porcelanato na área social + B.w.c’s;
- Piso Laminado nas áreas íntimas (dormitórios);
- Rebaixo em gesso em todo o apto;
- Aquecimento de água solar com apoio a gás;
- Esquadrias com venezianas automatizadas nos dormitórios;
- Infraestrutura para ar condicionado tipo Split.



Mais um belo empreendimento da Castelo Engenharia em ótima localização, próxima ao centro da cidade e da matriz da Senior Sistemas. 
Todas as imagens aqui mostradas foram retiradas do site do empreendimento e são ilustrativas. Consulte o memorial descritivo para saber o que compõe o imóvel entregue.
Para mais informações consulte a Castelo Engenharia no telefone (47) 3322-8074 ou pelo email contato@casteloeng.com.br

Novos sites da Castelo Engenharia e Bauhaus Engenharia

Estão online os novos sites da Castelo Engenharia e Bauhaus Engenharia. Neles são mostrados os diversos empreendimentos que cada uma construiu em Blumenau e Balneário Camboriú. É interessante saber sua divisão e quais os empreendimentos de cada uma delas :


A empresa Castelo Engenharia, Consultoria, Administração e Construção Civil Ltda. Foi fundada na cidade de Blumenau-SC pelo Sr. Nelson Voltolini inicialmente para atender a uma satisfação pessoal, já que, graduado em Engenharia Civil, mas trabalhando em uma instituição bancária de economia mista, sentia a necessidade de praticar a profissão em que se formara.
Essa foi a principal motivação que fez com que o fundador iniciasse, em 1982, o seu trabalho com investidores na administração de loteamentos e, pouco tempo depois, de prédios.
Hoje a Castelo Engenharia tem mais dois sócios: Guilherme Voltolini e Adilson Grahl Júnior, ambos engenheiros civis. A partir de 2004, a empresa expandiu e levou as atividades da Castelo Engenharia à cidade de Balneário Camboriú.


A Bauhaus Engenharia iniciou suas atividades em 2011 trazendo para Blumenau um novo conceito em condomínios residências nos bairros da cidade, apresentando edifícios modernos e de fino acabamento. Já contando com a experiência de administração do grupo Castelo Engenharia hoje a Bauhaus se consolida como a melhor opção de investimento para quem opta por morar ou investir em regiões estratégicas da cidade.

Entrevista com Ricardo Amorim

“Por ora, estouro de bolha imobiliária na China e suas consequências no Brasil deveria nos preocupar muito mais do que estouro de bolha imobiliária no Brasil”.

1- Em seu artigo publicado na revista IstoÉ de fevereiro, você disse que “O mercado imobiliário brasileiro, como um todo, está caro para padrões internacionais, mas não para parâmetros de mercados emergentes”. Neste sentido, mantém a posição que defende há alguns anos de que a probabilidade de uma bolha imobiliária estourar no Brasil é mínima?

O primeiro fator fundamental que precisa ficar claro é que há uma diferença sutil, mas muito importante entre haver uma probabilidade mínima de uma bolha imobiliária estourar no Brasil e haver uma probabilidade mínima de uma bolha imobiliária estourar em breve no Brasil. O que venho repetindo anualmente desde 2007 é que a probabilidade de estouro de uma bolha imobiliária a curto prazo era e ainda é mínima. Por a curto prazo, em cada um destes artigos, eu quis dizer ao longo do próximo ano, no máximo próximos dois ou três anos. Em outras palavras, eu não sei se uma bolha imobiliária vai estourar no Brasil em 20, 10 ou 5 anos e acho, sim, possível que isto possa acontecer. Aliás, é exatamente por isso, que anualmente atualizo meus estudos para verificar se as condições de mercado mudaram o suficiente para que minhas conclusões mudem, o que até aqui não aconteceu, mas pode muito bem acontecer no futuro.
Do ponto de vista de quem tem de tomar a decisão de comprar um imóvel hoje, tirando pouquíssimas exceções de bolhas enormes com quedas de preços colossais no estouro – o que dificilmente será o caso brasileiro – mesmo que uma bolha estoure daqui a 5, 10 ou 20 anos, a melhor decisão continua sendo comprar agora do que esperar a queda porque, como os preços devem continuar em alta antes de cair, até que a queda acontecer eles estarão muito mais altos do que hoje e mesmo após a queda continuarão mais altos do que hoje.
Este foi exatamente o foco do meu último artigo sobre o tema, As Cassandras e a bolha imobiliária.
Em 2007, quando os preços dos imóveis começaram a cair nos EUA, surgiram as primeiras Cassandras vaticinando que em breve o destino brasileiro seria o mesmo. A lógica era simples: também aqui os preços já tinham subido muito, a expansão do crédito imobiliário tinha sido grande e as construtoras construíam como nunca.
Lógica simples, porém errada. Todos os pontos eram verdadeiros, mas ignoravam o fator determinante para quem pesava os prós e os contras da compra de um imóvel. Mesmo que o Brasil estivesse no processo de formação de uma bolha imobiliária, em que ponto deste processo estaríamos? Passados 7 anos, hoje ficou claro que apenas nos primeiros sopros.
Os preços dos imóveis, dependendo de localização e características, subiram entre 150% e 1000%. Portanto, teriam de cair entre 60% e 90% – o que é altamente improvável – apenas para voltar aos preços de 2007. Quem ouviu as Cassandras está esperando até hoje os preços caírem.
Isto não significa que uma bolha imobiliária não possa estourar no Brasil no futuro. Aliás, a Cassandra original, a da mitologia grega, estava correta em suas previsões de catástrofe e desgraça em Troia. O problema é que estar certo muito antes da hora leva a decisões erradas.
Precisar quando uma bolha imobiliária vai estourar é impossível, mas bolhas não estouram antes de estarem suficientemente cheias, o que torna possível termos uma ideia aproximada se estamos perto ou distantes do estouro. Por isso, desde 2007, publico anualmente artigos analisando a situação do mercado imobiliário, tentando responder se já haveria indícios de uma bolha próxima do estouro, ou se os preços continuariam a subir.
O que os meus dados me mostram hoje é que, por um lado, há uma variação enorme de preços entre os maiores mercados imobiliários brasileiros. Por outro, entre 123 países que analisei, as cidades brasileiras, em média, colocam o Brasil apenas como o 46º país com mercado imobiliário mais caro do planeta. O ponto é que as comparações usuais são feitas com o mercado americano que, em função do estouro recente de uma bolha imobiliário é o hoje o 3º mercado imobiliário mais barato do mundo. Aliás, todas as 35 cidades mais baratas do mundo entre as 509 que eu analisei estão hoje nos EUA. Em resumo, a conclusão aqui não é que o Brasil está excepcionalmente caro, mas que os EUA estão excepcionalmente baratos.

2- Um dos índices que você usa na sua avaliação do mercado imobiliário é consumo anual per capita de cimento. Este índice estaria relacionado diretamente com o setor da construção e, portanto, do imóvel novo. Como você enxerga também a variação de preço nos imóveis usados?

Normalmente, a variação do preço do imóvel novo baliza a variação do preço dos usados, por isso, meu foco nos imóveis novos. Quando um novo lançamento sai por um preço mais alto ou mais baixo, ele acaba puxando respectivamente para cima ou baixo o preço dos imóveis usados.
Meu foco no consumo anual per capita de cimento é uma tentativa, ainda que com várias limitações de conseguir comparar mercados de países diferentes, em épocas diferentes, o que não é nada fácil. Enfim, está longe de ser a estatística ideal, mas é a melhor que consegui encontrar até hoje.
Para analisar o atual ritmo de construção no Brasil, uso o nível de consumo anual per capita de cimento, que estimo estar em 350 kg. Até hoje, nenhuma bolha imobiliária estourou com menos de 400 Kg per capita anual de consumo de cimento e algumas só estouraram com um ritmo de construção muito maior do que isso, como a sul-coreano que em 2003 só estourou com 1.550kg anuais de consumo anual per capita de cimento. Aliás, a China tem hoje um ritmo de construção parecido e a bolha continua a se inflar.
Portanto, no caso brasileiro, falta relativamente pouco para chegar a 400 kg anuais per capita de consumo de cimento, mas falta muito para chegar a mais de 1.500kg. Como esta estatística de consumo de cimento acaba incluindo cimento usado na construção de infraestrutura e os investimentos em infraestrutura nos países asiáticos são muito maiores do que no Brasil, a princípio, seria de se esperar que no Brasil chegaríamos apenas a níveis pouco superiores a 400Kg e não acima de 1.500kg, mas não dá para ter certeza.
Outra forma de confirmar a conclusão de que se alguém deve se preocupar com estouro de bolha imobiliária em breve são os chineses, não nós é que no ano passado, estima-se que forma construídos cerca de 400 mil imóveis no Brasil e 22 milhões na China. Em outras palavras, a população chinesa é menos de 7 vezes maior do que a brasileira, mas a China está construindo mais de 50 vezes mais imóveis. Aliás, a comparação de preços em relação à renda também leva a conclusões parecidas, com a China com o 13º mercado mais caro no mundo e o Brasil como o 46º.
Para ser franco, por ora, mesmo nós brasileiros deveríamos nos preocupar muito mais com estouro de bolha imobiliária na China do que no Brasil porque se uma bolha imobiliária estourar lá, certamente sentiremos os efeitos negativos nas economia brasileira e, talvez, no próprio mercado imobiliário brasileiro. 

3- Você também apontou no mesmo artigo que dois terços das altas possíveis de preço antes de um eventual estouro já aconteceram. Restaria, ainda, uma terceira alta por vir. Acredita que esta alta aconteça já em 2014 ou que o ano será de estagnação?

Acredito que esta alta acontecerá ao longo dos próximos anos, incluindo 2014, mas há um ponto fundamental que tem de ficar claro. Esta estimativa de que cerca de 2/3 da alta já ocorreu e 1/3 ainda está para acontecer além de bastante imprecisa é uma média nacional, que inclui mercados onde os preços ainda estão baratos e podem subir mais do que a média e outros que já subiram demais. Brasília, por exemplo, que há um ano era a cidade mais cara do Brasil pelas minhas estimativas que comparam preço de imóveis de tamanho médio a renda mediana disponível em cada cidade, já tem visto pequenas quedas de preços. Em um mercado que não subirá mais tanto nem de forma tão generalizada, a localização e os diferenciais de cada imóvel serão muito mais importantes.
Para dar um exemplo, analisei preços de venda de imóveis de 90m2 em 509 cidades em todo o mundo, incluindo os 12 maiores mercados imobiliários brasileiros. Das 12 cidades brasileiras, 9 estão na metade mais cara do mundo, lideradas por Porto Alegre (35ª), Rio de Janeiro (42ª) e Florianópolis (44ª) e apenas 3 na metade mais barata: Campinas (319ª), Goiânia (320ª) e Fortaleza (417ª). Não é de se esperar que, para imóveis com estas características, as altas de preços em cada uma destas cidades daqui para a frente seja igual. Da mesma forma, não é de se esperar que as altas de preços que ainda teremos em outros segmentos do mercado imobiliário – comercial, residencial de luxo, etc… – também sejam as mesmas. 

4- Ao seu ver, a desaceleração dos preços dos imóveis está relacionada a um menor crescimento da economia?

Recentemente, o ritmo de alta dos preços dos imóveis desacelerou-se primordialmente porque os preços já estão muito mais elevados do que estavam há alguns anos. Este é um processo natural e saudável.
Infelizmente, desde 2011, a economia brasileira tem menos do que a média dos países emergentes e em 2014 não deve ser diferente. Aliás, é provável que nosso crescimento em 2014 e 2015 seja inferior ao de 2013.
Nos últimos anos, o crescimento brasileiro baseou-se no crescimento da classe média e seu potencial de consumo. A expansão do consumo de massas em si é muito benéfica em termos econômicos e sociais. O problema é que ela não pode ser a única base de crescimento do país e tem sido. Se um país só estimula o consumo e não estimula a produção, acaba acontecendo um desequilíbrio entre forte crescimento da procura por produtos e serviços e crescimento menor da oferta destes produtos e serviços. O resultado é menor crescimento econômico, pressão inflacionária e piora da balança comercial devido a forte aumento das importações. Foi exatamente o que aconteceu no Brasil.
De 2004 a 2010, o PIB brasileiro cresceu a um ritmo de quase 5% a.a., 2,5 vezes a média dos 25 anos anteriores. Só foi possível por ajustes econômicos feitos antes, um forte crescimento na procura global por matérias primas que exportamos, e uma grande queda do custo de capital no mundo. Este modelo de desenvolvimento baseado na expansão da procura tanto externa quanto doméstica pelos nossos produtos e serviços está esgotado. Nos últimos 3 anos, voltamos à média histórica de crescimento do PIB de apenas 2% a.a.
Em novembro do ano passado, escrevi um artigo chamado Feliz 2014? Prevendo que a economia brasileira como um todo teria, na melhor das hipóteses, um 2014 medíocre. Na pior, estagnação. Sem uma nova crise externa, o PIB deve cresceria cerca de 2% e os juros subiriam para impedir que a inflação aumentasse, mas se uma desaceleração dos estímulos monetários nos EUA deflagrasse o estouro de bolhas de ativos pelo mundo, a recuperação da economia chinesa fosse abortada ou novas crises financeiras pipocassem na Europa ou nos países emergentes, nosso crescimento seria próximo de nulo. De lá para cá, as perspectivas para o crescimento brasileiro não melhoraram e hoje há sinais de que o crescimento em 2015 também estará comprometido por ajustes que se fazem necessário.
O ponto fundamental é que os preços dos imóveis têm continuado a subir bem no Brasil mesmo depois de 2011 quando nosso crescimento se desacelerou. Esta tendência não pode continuar para sempre, mas pode continuar por muito tempo, enquanto a expansão de crédito continuar a sustentar a venda de veículos. Neste sentido, é muito importante acompanhar o que acontece com a inflação porque se a inflação subir muito acima do teto do regime de metas inflacionárias (6,5% a.a.), o Banco Central terá de ser mais agressivo na elevação da taxa básica de juros, o que pode causar uma retração da oferta de crédito imobiliário e aí assim causar um ajuste mais generalizado dos preços de imóveis no país.

5- Sobre o índice do volume de crédito imobiliário disponível, no curto e no médio prazo, isso representaria ameaça real na sua avaliação, face às perspectivas da economia brasileira?

O volume total de crédito imobiliário em relação ao PIB indica o grau de endividamento de potenciais compradores de imóveis em relação a sua renda, indicando quando a capacidade de pagamento pode ficar limitada. Quanto maior o endividamento maior o risco de estouro de bolha e quando os preços finalmente caírem – todo preço de ativo cai um dia e não há razão para crer que com o mercado imobiliário brasileiro será diferente – ajuda a dar uma ideia de quanto devem cair? A experiência internacional dá duas dicas. Primeiro, os preços dos imóveis que mais subirem serão os que mais cairão. Segundo, o tamanho da queda depende diretamente do volume de crédito imobiliário no momento do estouro da bolha e do crescimento percentual deste crédito desde que a expansão começou. Por ora, o volume de crédito imobiliário atual  sugeriria uma probabilidade de queda ínfima e uma queda muito pequena por aqui se acontecesse uma reversão do mercado à medida que um volume total de crédito imobiliário pequeno sugere que pouca gente seria forçada a vender seus imóveis em caso de reversão das condições de mercado e dificuldades em honrar dívidas.  Por outro lado, como o crescimento do crédito imobiliário no Brasil nos últimos anos foi muito significativo, este indicador sugeriria, ao contrário, uma queda grande aqui se houvesse um estouro de bolha à medida que uma percentagem elevada das pessoas que se endividaram recentemente não conseguisse honrar suas dívidas e tivesse de colocar seus imóveis à venda ao mesmo tempo.


Ricardo Amorim é apresentador do Manhattan Connection da Globonews, colunista da revista IstoÉ, presidente da Ricam Consultoria, único brasileiro na lista dos melhores e mais importantes palestrantes mundiais do Speakers Corner e economista mais influente do Brasil segundo o Klout.com.Perfil no Twitter: @ricamconsult.

Fonte

terça-feira, 15 de julho de 2014

Chicago : raios atingem os 3 edifícios mais altos ao mesmo tempo

O cinegrafista Craig Shimala registrou esse momento impressionante (Foto: Divulgação/Craig Shimala)
Uma grande tempestade que caiu em Chicago, nos Estados Unidos, gerou um acontecimento muito difícil de ser observado e, pior ainda, capturado em vídeo. Afinal, essa é uma daquelas histórias em que ninguém acredita até assistir ao ocorrido. Os três maiores prédios da cidade foram atingidos por descargas elétricas assustadoras e, o mais incrível, ao mesmo tempo. O momento foi registrado pelo cinegrafista americano Craig Shimala, que via tudo da janela de sua casa.


A vista se ilumina completamente com os três raios (Foto: Divulgação/Craig Shimala)
O fenômeno, que aconteceu dia 30 de junho e foi divulgado recentemente, ilumina todo o horizonte capturado pelas lentes da câmera do profissional de uma forma quase sincronizada. Willis Tower, Trump Tower e John Hancock Building foram os edifícios afetados durante o temporal. Quer mais? Essa vai ser difícil de acreditar, mas o cinegrafista já havia filmado o mesmo episódio quatro anos atrás nas mesmas construções e ele também prova o ocorrido com uma filmagem que você pode conferir aqui.


Shimala já conseguiu registrar o mesmo fenômeno em 2010 (Foto: Divulgação/Craig Shimala)




Fonte

Realmente impressionante ! Alguém algum dia conseguirá filmar o mesmo fenômeno nas 3 torres mais altas de Blumenau ? (Residencial Dr. Hermann Blumenau, Grand Trianon e Ibiza Trade & Financial)

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Residencial Monticello - Velha

A Vetter Empreendimentos faz o pré-lançamento no bairro Velha, na rua Rua Tenente Silvio Delmar Holenbach, 142, próximo à rua Gustavo Budag, o Residencial Monticello, com apartamentos de 3 suítes e 2 suítes, além de 2 apartamentos diferenciados com amplo terraço. 



Características do edifício:
- Elevado padrão de acabamento
- Salão de festas com espaço gourmet e deck externo
- Espaço kids
- Playground
- Espaço fitness
- Hall de entrada decorado
- Elevador
- Portão e porteiro eletrônicos
- Captação da água da chuva
- Gás central
- Região livre de enchentes, em rua tranquila e próxima à região central da cidade
- Próximo ao prolongamento da rua Humberto de Campos




Características do apartamento:
- Sacada gourmet com churrasqueira a carvão
- Integração dos ambientes sociais
- Lavabo
- Área de serviço
- Teto rebaixado em gesso
- Aquecimento a gás
- Tubulação para ar condicionado split
- Piso em porcelanato nas áreas sociais e banheiros

- Piso em laminado de madeira na área íntima







Localização :

Imóvel situado em região tranquila e livre de enchente, próxima da região central da cidade e ampla infraestrutura urbana.
Todas as imagens aqui mostradas foram retiradas do site do empreendimento e são ilustrativas. Consulte o memorial descritivo para saber o que compõe o imóvel entregue. Maiores informações junto à construtora no telefone (47) 3232-0000. 

Vetter Empreendimentos

Estréia neste blog mais uma construtora/incorporadora blumenauense : a Vetter Empreendimentos, com sede na rua Joinville, lança seu website e mostra um lançamento em Blumenau e breve lançamento no litoral.


Os lançamentos podem ser vistos no site www.vetterempreendimentos.com.br/ ou pelo telefone (47) 3232-0000.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Torresani promove passeio ciclístico beneficente


A Torresani Empreendimentos, de Blumenau, está completando 25 anos de atuação na região. Em comemoração, a empresa está promovendo o Passeio Ciclístico Torresani, que acontece neste domingo, dia 13 de julho, às 9h, no Parque Ramiro Ruediger.

O evento é beneficente e visa a arrecadação de alimentos que serão doados à entidade Sorrir para Down. Por isso, a inscrição para o passeio ciclístico é um quilo de alimento não perecível.

As primeiras 350 inscrições ganham uma camiseta do evento e uma pulseira numerada para participar do sorteio de uma bicicleta. As inscrições podem ser feitas na 360 Bike Shop, na Rua Antônio da Veiga, 416. O passeio inicia no Parque Ramiro e passa pelas ruas Sete de Setembro e XV de Novembro.
“Este passeio tem como objetivo a divulgação da ONG Sorrir para Down, uma entidade que cuida e atende crianças e adultos com síndrome de Down. Buscamos com estas ações levar para dentro da empresa a conscientização para todos que estão conosco de que é fundamental a integração com a comunidade e que temos, sim, que nos doarmos de alguma forma ao bem do próximo. Não estamos nesta existência pelo simples fato de estar, estamos para aprender com cada ato realizado com base no bem comum. É importante saber que podemos fazer a diferença para alguém”, afirma a diretora-financeira da Torresani Empreendimentos Imobiliários, Susana Torresani.

O passeio ciclístico é uma iniciativa voltada para os colaboradores da empresa e para a comunidade em geral, mas dentro das comemorações dos 25 anos outras ações ocorrem na incorporadora. Conforme a diretora-financeira, a empresa busca a qualidade de vida no ambiente de trabalho, visando o bem-estar dos colaboradores. Com isso, também será realizado um ciclo de palestras com profissionais da área da saúde, como cardiologista, nutricionista, personal trainning e proctologista, para passar informações do quando é importante levar uma vida saudável, com uma alimentação equilibrada. “Estamos tentando trabalhar a filosofia da prevenção às doenças”, afirma.  

Para Susana, os 25 anos da Torresani representam orgulho e realização pessoal. “Esta data é a solidificação de uma marca que reflete a nossa filosofia familiar e está presente no ambiente de trabalho. É a síntese de todos os valores dentro de um conceito de seriedade e de um contexto humano e envolvente”, destaca.

Fonte: Jornal de Blumenau

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Disputa entre construtoras muda a paisagem de Balneário Camboriú

Busca pela altura e exclusividade são estratégias das construtoras
Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Agencia RBS
Assim que soube que teria um dos maiores prédios do Brasil no quintal de casa, o empresário André Guimarães Rodrigues, de Balneário Camboriú, correu para comprar uma unidade e não hesitou em adquirir a cobertura, no 66º andar. No prazo de três anos, ele deixará um apartamento no 14º andar para morar a cerca de 237 metros do solo, no Infinity Coast, que será o segundo prédio mais alto do Brasil. A busca pela altura e exclusividade são estratégias das construtoras em uma disputa que está só começando. Nos próximos anos, a cidade deve ter oito dos 10 empreendimentos mais altos no Brasil.

Os projetos se concentram em duas construtoras: a FG Empreendimentos e o Grupo Pasqualotto. A FG é responsável por seis edifícios entre os mais altos do país, inclusive o maior deles, o One Tower, um gigante de 280 metros de frente para o mar. Apesar do investimento figurar entre os mais altos empreendimentos do país, a empresa não gosta de falar no assunto. Por meio da assessoria de imprensa, informou que não se manifesta sobre o tema, pois não “pretende usar a altura como marketing”.

Alcino Pasqualotto, diretor-geral da Pasqualotto, construtora responsável pelo Yachthouse Residence Club, que aparece em terceiro e quarto lugar do ranking com suas duas torres, garante que não há disputa entre as construtoras, mas admite que “se uma faz, as outras têm de fazer”. Além disso, afirma que há valorização para quem aposta em andares longe do chão.

—Valorizam-se muito os apartamentos mais altos, que atraem clientes. Essa verticalização permite uma área aberta maior, que tenha boa ensolação e ventilação —diz.

Pasqualotto não descarta o projeto de prédios ainda maiores que o Yachthouse, que nas últimas contas da construtora deve alcançar 253 metros e assumir o segundo lugar na disputa pelas alturas do país. A Embraed, apesar de não aparecer no ranking dos mais altos em obras, ergueu o Villa Serena, atualmente o residencial mais alto do Brasil, com duas torres de 160 metros.

— A Embraed se orgulha por ser pioneira e estabelecer um novo sistema construtivo que possibilitou o projeto e execução do Villa Serena. A obra é um marco na região e abre a possibilidade para o desenvolvimento de projetos ainda mais altos — explica Rodrigo Cequinel, diretor comercial da construtora.

Ele acrescenta que está em estudo construir outro gigante na cidade.



Espigões atendem à demanda de mercado
Janio Vicente Rech, doutor em Gestão Territorial e professor de Arquitetura da Universidade do Vale do Itajaí, em Balneário Camboriú, está pesquisando a evolução da verticalização na cidade desde 1964, diante dos diferentes planos diretores. Ele afirma que o fenômeno dos espigões é mais recente e começou há cerca de uma década, impulsionado pelas novas tecnologias.

— A escassez e o custo do metro quadrado dos terrenos para construção na orla da Praia Central incentivam a verticalização, juntamente com os índices urbanísticos — diz.

O secretário de Planejamento da cidade, Auri Pavoni, defende que os gigantes atendem a uma demanda do mercado. Os clientes não querem apartamentos de fundo e buscam, no máximo, dividir o andar com um vizinho. Como no atual Plano Diretor não há restrição de altura, apenas de número de apartamentos por terreno, a saída encontrada foi investir em menos unidades por andar — todos de frente para o mar.
A falta de terrenos disponíveis também impulsiona o fenômeno. A cidade é uma das menores em área no Estado, com apenas 46 quilômetros quadrados.

Skyline de Balneário Camboriú é único e surpreende.
Foto :  Cesar Delong

Voo de helicóptero para conquistar cliente
Para vender os apartamentos nas nuvens é preciso ir às alturas, literalmente. A construtora Pasqualotto utiliza seu helicóptero para buscar clientes e mostrar um pouco da cidade. Eles posicionam o cliente na altura que deve ter o prédio para proporcionar a visão que ele terá da janela do apartamento.

Estratégias como essas são necessárias para atrair clientes mais exigentes e que buscam empreendimentos de alto padrão. Um levantamento divulgado pelo Sinduscon de Balneário Camboriú em 2013 mostra que 46% dos apartamentos da cidade custam mais de R$ 1 milhão.

O preço do metro quadrado também evidencia isso. Em Balneário, em empreendimentos de frente para o mar, o metro quadrado da área total sai de R$ 10 mil a R$ 12 mil — em Florianópolis, por exemplo, a média em Jurerê Internacional é de R$ 8 mil.

Fernanda Godoy é dona da imobiliária Camboriú Alto Padrão. Ela também aposta nos sobrevoos para atrair clientes e freta um helicóptero e para passeios pela cidade.

— Para quem não tem medo de altura e quer algo exclusivo, é ideal — afirma.

Skyline de Balneário Camboriú é único e surpreende.
Foto :  Cesar Delong
Restrições às construções de prédios em Balneário Camboriú serão discutidas na criação do novo Plano Diretor da cidade
Praia ganhou fama de ter horário marcado para se tomar sol
Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Agencia RBS
Embora empolguem o setor da construção civil de Balneário Camboriú, os espigões — prédios mais altos do Brasil — podem estar com os dias contados. O novo Plano Diretor começa a ser discutido no município e as restrições às construções, que atualmente se limitam ao número de apartamentos ou taxa de ocupação do terreno, estarão na pauta, assim como os possíveis impactos.

Por conta dos altos prédios, a praia ganhou fama de ter horário marcado para se tomar sol. Para o arquiteto urbanista Jacques Suchodolski esses impactos já são visíveis. Ele defende que os gigantes impõem concentração de tráfego, impedem a insolação de grande área em seu entorno e causam impacto nas correntes de ar. Além disso, acabam alterando a paisagem natural da cidade.

— Esses impactos podem ser mitigados através de um bom planejamento urbano, mas não é o caso de Balneário. Não existe justificativa urbanística para que haja edifícios tão altos numa cidade tão pequena e próxima ao mar, existem justificativas mercadológicas — afirma.

Para Ricardo Fonseca, presidente da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura em Santa Catarina (AsBEA/SC), a verticalização é uma solução para sociedades modernas, porque facilita a mobilidade e diminui o custo da infraestrutura.

— É preciso adensar, e a maneira mais inteligente de fazer isso é verticalizando — diz.

Fonseca destaca que é fundamental analisar o tamanho dos terrenos para os grandes prédios, para que haja afastamento em relação aos vizinhos, além de estabelecer estudos de impacto de vizinhança para saber a influência que essa nova edificação vai causar no entorno imediato.

Skyline de Balneário Camboriú é único e surpreende.
Foto :  Cesar Delong
Reportagem : Karine Wenzel
Fonte: Jornal de Santa Catarina - Link 2