sábado, 20 de dezembro de 2014

Primeiro prédio residencial com marina da América do Sul é entregue em Balneário Camboriú


A construtora Mendes Sibara entrega neste sábado em Balneário Camboriú a primeira torre do edifício Marina Beach Towers, o primeiro na América do Sul, segundo a empresa, a oferecer aos donos “garagens” para lanchas e iates. Uma vaga de marina para cada apartamento _ além das três ou quatro vagas de garagem tradicional para cada unidade.


O prédio fica à margem do Rio Camboriú e foi concebido com o conceito de luxo que faz parte da rotina de projetos das grandes construtoras da cidade, com fechaduras biométricas e possibilidade de total automação, por exemplo. A grande diferença está em poder pedir pelo interfone que o barco seja preparado para sair e a possibilidade de chegar até ele e elevador.


O empreendimento é anunciado pela empresa como o único na cidade em que se pode chegar por terra, água e ar _ é o primeiro em Balneário Camboriú com heliponto homologado pela Anac.

A primeira torre está sendo entregue com 90% dos apartamentos vendidos, por preços que chegam a R$ 7 milhões.


A construtora abriu recentemente a venda das unidades da segunda torre.

Fonte : Blog Guarda-Sol

BC mostra porque é única e recebe tantos investimentos. As duas torres terão o equivalente a 35 andares incluindo a exclusiva marina.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Frechal mostra vídeo do Magnus Park

A Frechal Construções e Incorporações divulgou o vídeo sobre o Magnus Park, seu condomínio clube do bairro Garcia, que teve a segunda torre entregue no início deste mês. Filmado com um drone, mostra o início do bairro Garcia, a verticalização do bairro Jardim Blumenau, Centro e Ponta Aguda.


terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Speranzini entrega Edifício Sevilla

A Speranzini Engenharia fez a entrega do Edifício Sevilla no dia 09/12/2014. A torre possui 21 pavimentos (está entre as 10 mais altas de Blumenau, com 65,5 m de altura) com apartamentos de 3 suítes (sendo 2 demi-suítes), e está localizada na rua Marechal Deodoro, esquina com rua Humberto de Campos no bairro da Velha.





Parabéns aos proprietários !

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Frechal entrega Magnus Residencial - Torre Imperator

A Frechal Construções e Incorporações entregou no final do mês de novembro, início do mês de dezembro a Torre Imperator do Magnus Park, em 15 pavimentos com apartamentos de 2 e 3 dormitórios com suíte. A primeira torre do Magnus Park, a Torre Imperatrix foi entregue em 11/2013. Está localizado na rua Amazonas, bairro Garcia, próximo do centro da cidade.



Parabéns aos proprietários !

Tetto Empreendimentos entrega Residencial Moradas da Colina

A Tetto Empreendimentos entregou neste dia 15/12 o Residencial Moradas da Colina, localizado na rua Alfredo Guenter, próximo da Furb, no bairro Vila Nova, em torre com 9 pavimentos com apartamentos de 1 dormitório.

Parabéns aos proprietários !

Edifício Mont Blanc Office - Velha

A Raymundi Construções lança em Blumenau no bairro da Velha, na rua Elesbão Pinto, próximo do fórum e da Justiça Federal, o Edifício Mont Blanc Office, em torre com 10 pavimentos com salas comerciais.


Sugestão de utilização da sala comercial
Mais um belo edifício comercial na região da Vila Germânica, consolidando a região como um centro financeiro e comercial.
Todas as imagens foram retiradas do site da construtora e são ilustrativos. Consulte o memorial descritivo para saber o que compõe o imóvel entregue.
Maiores informações com a construtora no telefone (47) 3326-2329.

Site da Raymundi Construções é hackeado

O site da Raymundi Construções (http://raymundiconstrucoes.com.brapareceu hackeado nesta segunda-feira (15/12/2014). No seu lugar foi colocada uma página indicando que foi atacado por um grupo auto-denominado Security Attack Hackteam.


Site da construtora apareceu alterado nesta segunda-feira
Será que algum dos membros mora no bairro Bom Retiro em Blumenau ? A construtora tinha alguns projetos de edifícios para o bairro, combatidos aos extremo por seus moradores.

Renal Vida precisa de parceria do poder público


A Renal Vida busca a parceria do poder público para erguer a nova sede da associação. O prédio será construído na Rua Hermann Hering, bairro Bom Retiro, em Blumenau e terá 15 mil metros quadrados. O projeto, segundo o superintendente, Tarcísio Steffen, está em fase final de aprovação na prefeitura. A obra vai custar R$ 20 milhões, valor a ser financiado com o BNDES.

Já foram investidos R$ 5 milhões na compra do terreno, na elaboração dos projetos e na aquisição de 26 novas máquinas de hemodiálise. Boa parte do dinheiro veio através de doações.

Hoje a Renal Vida atende, nas quatro unidades que tem no Vale, 600 pessoas que fazem hemodiálise, 80 pacientes internados e cerca de mil pessoas em acompanhamento pré e pós- transplante. Do total de atendimentos, 94% são feitos pelo SUS.

Fonte : Blog do Pancho

Ótima localização e projeto em frente ao atual IOT do bairro Bom Retiro. Espero que o poder público dê o devido suporte para que o empreendimento tenha êxito na sua construção.
Só fico esperando o pessoal do Bom Retiro reclamar que vai aumentar o número de automóveis na sua região, que isso a Prefeitura e a Secretaria de Planejamento não deveriam permitir e vão querer alterar o Plano Diretor novamente para impedir que esses absurdos sejam construídos ao lado das suas tranquilas casas… afinal, ele é pólo gerador de tráfego muito maior do que qualquer edifício residencial que porventura viesse a ser construído ali, mesmo que tivesse os 8 andares que são permitidos atualmente.

Veja mais sobre o assunto nos links abaixo já postados neste blog :
Link 1
Link 2
Link 3
Link 4
Link 5

sábado, 13 de dezembro de 2014

Segundo Parklet Day na rua XV de Novembro

Neste sábado (13/12) ocorreu o segundo Parklet Day no centro de Blumenau, onde as vagas em frente ao Bradesco viraram uma área de convivência.


Foto : Christian Krambeck
O primeiro Parklet Day foi no dia 21 de novembro e ocupou as vagas em frente ao Teatro Carlos Gomes.

Parabéns pela iniciativa. Rumo a uma rua XV em formato de calçadão. Que se adotem e incentivem edifícios-garagem para suprir as vagas substituídas.

RR Incorporadora entrega Residencial Baden Baden

A RR Incorporadora fez a entrega do Residencial Baden Baden, na rua Franz Volles, no bairro Itoupava Central.

O empreendimento é inovador porque mescla condomínio vertical e horizontal, com torres de 6 andares com apartamentos de 2 e 3 dormitórios e sobrados com 2 dormitórios. Projeto do Estúdio Terra dá uma cara diferente a um empreendimento Minha Casa Minha Vida. Fica provado que dá para fazer melhor com custo baixo.

Fotos : Daniela Sarmento



Parabéns aos proprietários !

Parque das Itoupavas promete mais lazer para a Região Norte

Espaço está previsto para ser inaugurado em 2016 e já nasce maior que o Ramiro Ruediger

Perspectivas : Estúdio Terra
Texto : Daniela Matthes

Foto: Terra Arquitetura / Divulgação
A partir de agosto de 2016 a previsão é de que Blumenau tenha um novo – e grande – espaço de lazer e cultura. Ao menos é esta a expectativa da prefeitura, que trabalha para lançar em janeiro a licitação que escolherá a empresa responsável pela construção do Parque das Itoupavas. A área de lazer já nasce maior que o parque Ramiro Ruediger. São 49,5 mil metros quadrados contra 43 mil metros quadrados, respectivamente. A estrutura surge com a missão de suprir uma falta histórica na região norte. A área projetada de 14 mil metros quadrados compreende pistas de caminhada, quadras esportivas, playground, academia ao livre, sanitários, entre outras coisas. O investimento previsto é de R$ 3 milhões e a intenção é que moradores de outras cidades também possam aproveitar o local.


Foto: Terra Arquitetura / Divulgação

Foto: Terra Arquitetura / Divulgação
A proposta atual tomou por base os princípios previstos no primeiro estudo para o parque, feito no início dos anos 1990 pelo arquiteto Egon Belz. Falecido em 2007, Belz fez projetos importantes para a cidade, como o Galegão e o próprio parque Ramiro. Daniela Sarmento, arquiteta da Terra Arquitetura, escritório responsável pela concepção da ideia, explica que o projeto foi norteado pelos fundamentos que Belz determinou à época: preservação ambiental, fomento ao esporte, cultura e lazer. Ainda seguindo os ideais do arquiteto, o parque deverá incluir ações para que a comunidade participe dos cuidados com o espaço e se sinta corresponsável por ele, como plantio de horta e ações de jardinagem.


Foto: Terra Arquitetura / Divulgação
Com potencial para chegar a um milhão de metros quadrados – boa parte da área já foi comprada pela prefeitura – o espaço é inspirado em parques como o Ibirapuera, em São Paulo, e o Barigui, em Curitiba. A estrutura fica perto do Viaduto da Mafisa, às margens da BR-470 e ao lado do ribeirão Itoupava.

Fonte : Jornal de Santa Catarina

CONCEITO
O Parque das Itoupavas é um espaço de lazer para a população de Blumenau. Está inserido em uma região de conurbação urbana, adquirindo caráter regional, com capacidade de atender e atrair população local, regional e nacional como uma nova atração turística e de lazer para cidade. Para esta etapa do Parque das Itoupavas, com área projetada de aproximadamente 14.000m2 de área total de 49.546,19m², localizada entre as ruas 1o de Janeiro e BR 470.
O Parque das Itoupavas esta inserido, pelo zoneamento municipal, em Zona Recreacional Urbana, definido pela revisão do Plano Diretor em 2006. Trata-se de uma área de um milhão de metros quadrados, em grande parte formada por solo degradável e em área de enchente. Para sua recuperação esta sendo proposto a ocupação desse espaço com equipamentos sócio culturais diversificados, visando através de seu contato estimular o aprendizado ambiental, estimulo a pratica de esporte, a convivência e trocas sociais, contemplação da paisagem e fomento de atividades culturais.
Considerando que uma das preocupações do homem moderno é com o sedentarismo e o isolamento social, o Parque das Itoupavas apresenta-se como uma proposta, que se somará as outras áreas de lazer já existentes, permitindo consolidar a proposta municipal de levar lazer a todos os setores da sociedade.
Para concepção do primeiro recorte do Parque das Itoupavas foram seguidas diretrizes sugeridas pelo Arquiteto Egon Belz, seguindo algumas recomendações detalhadas em seu estudo urbanístico realizado no ano de 2003.

DIRETRIZES - Plano urbanísitico - Egon Belz.

“O emprego de uma arquitetura anti-enchente.”

“Estender os atrativos ao turismo.”

“Proporcionar à população a possibilidade de expressar-se física e espiritualmente.”

“Contatos com localidades, pessoas, clubes, associações, órgãos públicos e de eventos da cidade visando incorporar uma das maiores vocações da comunidade blumenauense, que é o AMOR PELA NATUREZA, lembrando a figura do naturalista FRITZ MULLER, exímio da nossa flora.”

OBJETIVOS

Como objetivos gerais podemos apontar a formação de um NOVO REFERENCIAL para cidade e região.

Espaço para o tempo livre, inserindo ocupação para a melhor idade, infância e juventude.

Estimular uma nova cultura ambiental, na qual o Parque terá importância nas condições ecológicas a serem oferecidas.

Ser um indutor de desenvolvimento saudável para cidade com forte influencia para região norte sendo um equipamento articulado aos programas sociais e culturais da região.

Integrar atividades com as escolas, criando espaços para educação ambiental, esporte e lazer.

Recuperação ambiental por meio de intervenção antrópica, com desenho que se adapta as condicionantes ambientais.

Criar um complexo Museológico, com espaço para memorial e roteiro das casas enxaimel. Preservar a memória histórica da região, através da arquitetura original, com remontagem de exemplares de casas enxaimel originais. O objetivo é criar um circuito de casas, com infraestrutura para manifestações culturais, gastronomia, e equipamentos públicos. Nesta primeira fase será remontada uma casa enxaimel, para servir de apoio para equipamento de gastronomia.

Espaço para atividades de economia solidária e agricultura familiar, utilizando o espaço da marquise para incentivo a feiras de alimentos regionais, frutas, verduras e artesanato.

Ser um atrativo turístico de relevância

Com base nesses princípios este primeiro recorte do Parque das Itoupavas deve ser simples e acessível a todos, integrar-se à paisagem e dinamizar o entorno urbano respeitando a cultura local e as condicionantes ambientais.

Com relação à cultura e valores locais, a principal estratégia é a conexão com a natureza e a paisagem, criando espaços para integração social através do cultivo das plantas e jardins temáticos, hortas e pomares. Esses espaços trazem o resgate de um hábito cultural da nossa cidade que é o cuidado com os jardins e o estimulo e inspiração para a uma vida mais saudável. Tendo a paisagem de Blumenau como um símbolo forte de identidade, o primeiro recorte do parque das Itoupavas pode ser considerado o Jardim principal da cidade sendo um marco que identifica Blumenau para seus habitantes e visitantes.

Optou-se por uma linguagem contemporânea e coerente com a realidade regional buscando promover a qualificação do espaço urbano e a apropriação deste pelos usuários. A simplicidade nas soluções arquitetônicas e a implantação de um programa que ofereça para comunidade espaços de contemplação, esporte, diversão, cultura e educação ambiental.

Buscando relacionar-se com a diversidade de usos do entorno o parque possui uma marquise que se coloca como integrador e articulador desta diversidade através de um amplo espaço multifuncional. Importante espaço para estimular atividades coletivas e de trocas. Essa marquise irá abrigar um exemplar de uma casa construída em técnica enxaimel servindo de abrigo para um estabelecimento gastronômico, integrando com a proposta macro de criar no parque um circuito de casas com essa peculiaridade construtiva.

O desenho do parque propõe espaços flexíveis e permeáveis nas áreas com cotas mais baixas e nas áreas mais altas ficam os equipamentos fixos. Intervindo minimamente no traçado geológico existente mantendo sua função de drenagem. Desta forma encontra-se uma alternativa alinhada com as condicionantes ambientais hídricas do local.

Assumiu-se que qualquer iniciativa, por menor que possa parecer deve contribuir com a busca por soluções ambientalmente corretas. Utilizando o reuso da água da chuva, utilização de materiais regionais, o enfoque para que seu programa seja um importante suporte para atividades de educação ambiental e participação da comunidade.

A valorização dos meios de transporte alternativos também fazem parte das estratégias de acessibilidade ao parque, criando acessos para pedestres, ciclovia, automóveis e transporte coletivo.

PROGRAMA DE NECESSIDADE

ESTAÇÃO DE JARDINAGEM 
Jardim principal da cidade
- Paisagismo temático
- Estação de educação ambiental
- Pomar
- Horta 
-Espaço para eventos de jardinagem. Ex. Festivais de jardins, grupos e associações, cursos, workshops, feiras e eventos.

ILUMINAÇÃO 
Criar atrativo no período noturno, segurança, marco visual.

ESPORTE E LAZER 
Criar equipamentos que atenda demanda intergeracional, com espaços definidos para pratica de exercício, caminhada, esporte, brincadeiras e descanso.
- Pista de skate infantil
- Pista de caminhada
- Playground
-Academia para terceira idade
-Quadra volei
- Quadra de futebol
- Cancha de bocha
- Bosque para pic nic

CIRCUITO DA VILA DO ENXAIMEL
Transferir exemplares originais de casas enxaimel para pontos estratégicos do parque. Para essa primeira etapa, localizada encima da marquise central servindo como equipamento gastronomico.

PRAÇA CENTRAL
-Grande marquise cobrindo espaço do pátio central, com bordas com floreiras, servindo de área de convivência, pista de caminhada, mirante e apoio para Casa enxaimel.
-Pátio central multiuso, para espaços de manisfestação cultural, social e economia solidária. Ex Feira livre, exposições, eventos da comunidade.
-Banheiros
-Salas de apoio

CAMINHABILIDADE 
- Passeios internos para caminhada
- ciclovia

MOBILIÁRIO URBANO
- bancos
- bebedouros
- bicicletário
- pórtico de entrada
- play ground
- lixeiras

EQUIPE TÉCNICA

PROJETO ARQUITETÔNICO
Terra Arquitetura e Planejamento LTDA
Arq. Christian Krambeck
Arq. Daniela Pareja Garcia Sarmento
Co- autores
Arq. Manuel Roque
Arq.Eduardo Quiroga
Arq. Carolina Nunes

PROJETOS COMPLEMENTARES
Brandes Engenharia
Eng. Anderson Lapa
Eng. Jarbas Mattedi

PROJETO PAISAGÍSTICO
Hardt Planejamento

MODELAGEM 3D
Jean Tomedi
Allison Bruno

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

A volta do World Trade Center

Treze anos depois do maior ataque terrorista da história, o edifício-símbolo de Nova York finalmente foi reerguido. No lugar das Torres Gêmeas, há apenas um prédio - construído com novas tecnologias e supostamente preparado para resistir a atentados. Veja o que o novo WTC tem. E saiba por que ele demorou tanto para ficar pronto.
A queda das Torres Gêmeas, em setembro de 2001, teve um impacto gigantesco. E não só como você pensa. Além das 2.977 vítimas mortas, dos US$ 10 bilhões em prejuízos, do abalo psicológico global e da invasão do Afeganistão, o maior atentado terrorista de todos os tempos trouxe consigo um problema mais direto. Depois que os bombeiros conseguiram apagar o incêndio, o que levou intermináveis três meses, as autoridades começaram a refletir sobre o futuro daquele espaço. Reerguer as duas torres? Deixar o local vazio? Transformá-lo em parque? Fazer um memorial? Depois de muita discussão, os americanos decidiram construir um prédio no local: o One World Trade Center. Ele está pronto, e deve ser inaugurado nas próximas semanas (a data exata não foi divulgada, possivelmente por questões de segurança). Foi uma das obras mais caras e tumultuadas de todos os tempos, cheia de inovações tecnológicas e reviravoltas políticas.

Sua história começa em dezembro de 2001.
Com o incêndio finalmente extinto, veio o primeiro problema. Como se livrar dos destroços das Torres Gêmeas? Era uma montanha gigantesca, com 1,5 milhão de toneladas de aço e detritos. Um problemaço. Para piorar, policiais, bombeiros e operários envolvidos na demolição brigavam sem parar. Um dos principais motivos eram os furtos. Isso porque as torres e seu entorno ficaram interditados, trancados, com todos os objetos dentro. E foram implacavelmente saqueados pelos envolvidos na limpeza da área. Laptops foram levados de prédios vizinhos, que ficaram abalados, mas não caíram. Bolsas e maletas foram furtadas. Havia muitas lojas na região atingida, que se tornaram alvos. Segundo o jornalista William Langewiesche, autor de American Ground ("Solo Americano", sem versão em português), os bombeiros preferiam relógios de luxo, os policiais gostavam de eletrodomésticos e os operários levavam o que vissem - sobretudo vinhos, encontrados nas ruínas do hotel Marriott, e cigarros achados num depósito da Alfândega.

Também havia um tesouro sob os escombros: um cofre com mil quilos de barras de ouro e prata do Banco da Nova Escócia, no valor de US$ 250 milhões. Quando ele foi encontrado, e uma equipe chamada para retirar o conteúdo, descobriu-se que alguém já havia tentado arrombar a porta, sem sucesso. Foram necessárias 120 viagens de caminhão para levar as barras embora.

Durante a operação de limpeza, os operários encontraram um carro de bombeiros soterrado. Não havia ninguém dentro. Mas a cabine estava cheia de calças jeans - algumas dúzias delas, que os bombeiros haviam furtado em lojas do WTC antes do desabamento das torres, quando deveriam estar socorrendo pessoas. Isso causou escândalo nos EUA e arranhou a imagem dos bombeiros, que até então eram vistos como os herois do 11 de Setembro. O corpo de bombeiros se desentendeu com a polícia, que também atrapalhou o trabalho dos operários. "O local foi tratado como a cena de um crime. Todos os escombros foram vasculhados manualmente em busca de provas", diz John Knapton, professor de engenharia de estruturas na Universidade Newcastle, na Inglaterra. Os detritos foram colocados em balsas e levados para um aterro em Staten Island, onde eram analisados e depois agrupados em montanhas.

O aço não ficou ali. Quase 200 mil toneladas dele, que ainda estavam em bom estado, foram cortadas e vendidas para outros países. A Turquia comprou um pouco, mas a maior parte foi para Índia e China. Ele foi derretido, moldado em barras, revendido e usado na produção de diversos produtos - inclusive utensílios de cozinha, como facas, colheres e garfos. Os Estados Unidos também reaproveitaram uma parte do metal das Torres Gêmeas, usado para construir um navio da Marinha, o USS New York. O processo foi polêmico. Alguns disseram que era um desrespeito à memória das vítimas, outros que a reciclagem poderia estar destruindo provas. O Greenpeace alegou que o aço poderia estar contaminado por substâncias tóxicas, como mercúrio, chumbo e cádmio, que teriam se misturado a ele durante o incêndio. Não deu em nada. A reciclagem continuou. E se você comprou talheres naquela época, é possível que tenha pedaços do WTC na sua casa.

A ALTURA DA INDEPENDÊNCIA
Depois que a remoção dos escombros terminou, em 2002, começaram as discussões sobre o que construir no Marco Zero. Um concurso foi aberto em agosto para eleger um plano de ocupação da área. O vencedor, anunciado em fevereiro de 2003, foi o arquiteto Daniel Libeskind, responsável pelos projetos do Museu Judaico de Berlim e da Universidade Metropolitana de Londres. Filho de sobreviventes do Holocausto, ele nasceu logo após o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1946, e emigrou para os Estados Unidos na adolescência. Na chegada a Nova York, de navio, se encantou com a visão da Estátua da Liberdade e do horizonte de prédios da cidade.

O plano que Libeskind desenvolveu para o Marco Zero foi inspirado por essa visão. O desenho original do One World Trade Center trazia uma silhueta estilizada que acompanhava o perfil da Estátua da Liberdade, quando vista de lado. Mas a ideia foi abandonada, e o prédio final é bem diferente (veja na página ao lado). Na época, especulou-se que o projeto original fosse complexo demais, impossível de construir - uma versão questionada por especialistas. "Ele podia ser mais desafiador e mais caro, mas não era impossível de ser feito", afirma Mir Ali, professor de arquitetura da Universidade de Illinois. Na prática, o desenho foi alterado por um motivo simples. O investidor Larry Silverstein, que manda no WTC (um mês e meio antes dos atentados, ele comprou os direitos de uso das torres por 99 anos), simplesmente não gostou dos primeiros esboços. E chamou outro arquiteto: o americano David Childs. Ele não se deu bem com Libeskind, que acabou deixando o projeto. As disputas atrasaram a construção, e pouca coisa restou da ideia original. Uma das características mantidas foi a altura: 1.776 pés (541 metros), uma referência ao ano da independência dos Estados Unidos. Isso tornou o One World Trade Center o edifício mais alto do Ocidente (e o quarto mais alto do mundo). Mas não há um consenso a respeito. Isso porque, na verdade, o prédio em si é bem mais baixo: tem 417 metros. A altura recorde só é atingida graças a uma "ponta" de 124 metros, o que é considerado um truque por alguns arquitetos.


Também não houve consenso na escolha do nome. Após os atentados, a ideia era que se chamasse Freedom Tower (Torre da Liberdade). Mas a Autoridade do Porto de Nova York, dona do local, decidiu em 2009, de uma hora para outra, que o prédio seria batizado de One World Trade Center. O argumento foi de que se tratava de um nome mais conhecido. Suspeita-se que o primeiro nome, que tem conotação patriótica e ideológica, pudesse afastar interessados em alugar os andares. Por enquanto, o novo WTC tem pouquíssimos inquilinos. O principal é a editora de revistas Condé Nast, que alugou 24 andares por um prazo de 25 anos - e vai pagar uma mensalidade de US$ 6,6 milhões. Além dela, também vão se mudar para o prédio o China Center, mistura de centro cultural e espaço de negócios ligado ao governo chinês, e a Administração Geral de Serviços (GSA), um órgão do governo americano. A construção do prédio custou US$ 3,9 bilhões - é a segunda obra mais cara, em preço por metro quadrado, de todos os tempos (só perde para o Antilla, um prédio residencial construido por um bilionário em Mumbai, na Índia). Metade do WTC está vazia, ainda sem interessados.

Em termos comerciais, não existia necessidade de se fazer o prédio. A torre vai acrescentar apenas 278 mil metros quadrados de escritórios à cidade (não muito mais do que o oferecido pelo Empire State Building, inaugurado em 1930). E, na área de Manhattan onde o One World Trade Center está localizado, já havia 674 mil metros quadrados de escritórios disponíveis para aluguel no final do ano passado, segundo a empresa Lee & Associates. Ou seja: levando em conta apenas os números, Nova York não precisaria do novo prédio. Isso não significa que as empresas não possam acabar se mudando para ele, atraídas pelo prestígio do local. Mas, para que isso aconteça, elas precisam se sentir seguras.

NÚCLEO DURO
A construção das Torres Gêmeas, nos anos 70, reinventou as técnicas de engenharia. Os edifícios tradicionais, como o Empire State, são grandes blocões de tijolos e concreto. O WTC era diferente. Sua estrutura era feita de aço, e usava um sistema inteligente: parte do peso de cada prédio era sustentado por uma rede de vigas que revestia todo o seu exterior. Graças a essas características, as Torres Gêmeas eram mais leves - e puderam ser construídas com mais andares.


Mas, quando os aviões bateram nas torres, em 2001, o ponto fraco dessa estratégia ficou evidente. Primeiro, o impacto rasgou a malha externa. Depois, as aeronaves explodiram e geraram bolas de fogo com 800 graus Celsius de temperatura. O problema é que a 600 graus o aço fica mole - perde cerca de metade da rigidez. Isso foi demais para os prédios. "A estrutura remanescente, sobrecarregada e com o aço debilitado, não suportou as cargas dos andares superiores", explica Ricardo Fakury, professor de engenharia da UFMG. Por isso as torres caíram retas, como numa implosão. Sua estrutura ficou mole, cedeu, e os andares de cima foram esmagando os de baixo.


O novo WTC adota uma filosofia diferente. Ele também é feito de aço, mas tem uma grande base central de concreto, que ocupa 50% da área interna e funciona como uma espinha dorsal. "Isso adiciona resistência à estrutura. E as paredes de concreto ao redor de escadas e elevadores protegem muito mais as saídas de emergência", explica Venkatesh Kodur, professor de engenharia da Universidade de Michigan. Os elevadores e as escadas ficam dentro desse núcleo, que na base é ainda mais reforçado: os primeiros 20 andares do prédio são uma espécie de bunker, sem janelas nem escritórios, construído com um novo tipo de concreto, três vezes mais forte que o tradicional. Segundo os construtores, isso permite que ele resista a um carro-bomba com até 680 kg de explosivos. Os vidros do prédio também são mais fortes, 50% mais grossos que o normal.

Tudo para ajudar o One World Trade Center a suportar eventuais ataques. E torná-lo capaz de vencer o que talvez seja seu maior desafio: convencer as pessoas a quererem trabalhar lá.

Texto : Mauricio Moraes
Fonte : Revista Superinteressante

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Localização não é único ponto que valoriza imóvel; veja 14 coisas a pensar

Pergunte a um corretor o que valoriza um imóvel e ele responderá que os fatores principais são três: localização, localização e localização.
Essa máxima do mercado imobiliário tem muito de verdade, mas existem outras características que pensam no valor que uma pessoa está disposta pagar por uma casa ou apartamento. Conhecê-las é importante se você planeja comprar ou vender um imóvel.
A valorização depende da finalidade do negócio (aluguel ou venda) e do tipo de público a que seu imóvel é destinado (idade, nível de renda etc.).
"Localização é importante para todo mundo. Mas acabamento, por exemplo, é mais importante para quem vai alugar", diz Fabiano Neaime, diretor da Qualiti Imóveis.
Roseli Hernandes, diretora comercial da Lello Imóveis, diz que, se o imóvel é destinado a um morador de renda mais alta, é mais importante destacar a proximidade de bons shopping centers do que de um corredor de ônibus, por exemplo.

Fonte : UOL


Residencial Top Garden - Brusque

A Quattra Empreendimentos lança em Brusque, na rua Carlos Appel, 50, o Residencial Top Garden, em torre com 16 pavimentos com 13 apartamentos de 3 suítes, sendo 1 apartamento por andar.








Áreas comuns
PISCINA COM DECK PANORÂMICO
LAZER COM LAREIRA EXTERNA 
PÉ DIREITO DUPLO 

PAREDE VERDE
SALÃO DE FESTAS FINAMENTE DECORADO E EQUIPADO
ACADEMIA EQUIPADA
PLAYGROUND EQUIPADO

PARA SEU LAZER
Um espaço completo e equipado no 12º andar para você relaxar e se divertir, com vista panorâmica para o parque zoobotânico e para a cidade.

Apartamentos
13 APARTAMENTOS
1 apartamento por andar.

2 ELEVADORES
Um social no hall de entrada e outro na área de serviços.

ÁREA SOCIAL INTEGRADA
Cozinha americana e varanda gourmet com churrasqueira a carvão.

Piso laminado na área social e íntima.

3 SUÍTES, SENDO UMA MASTER
Apartamento Tipo 1 - 203m2
Apartamento Tipo 2 - 207.10m²
Apartamento Diferenciado 1 - 305.10m² com piscina privativa
Apartamento Diferenciado 2 - 253m²

Apartamento Diferenciado 3 - 266.20m²



Belíssimo edifício, seguindo o ótimo padrão da Quattra Empreendimentos, que já tem em Brusque os belíssimos Residencial Rio Duplex e Residencial Solarium, já postados neste blog. 
O Top Garden tem design ousado, sendo o 12º andar com áreas comuns para os moradores.
Todas as imagens aqui mostradas foram retiradas do site da construtora e são ilustrativas. Consulte o memorial descritivo para saber o que compõe o imóvel entregue. Maiores informações junto à construtora no telefone (47) 3355-0084.

Construção civil apresenta evolução em ritmo moderado em SC

Se na economia do mar Santa Catarina tem crescimento em números superior à média brasileira, no setor da construção civil a evolução é mais moderada. Em 2011 o PIB do setor representava 6% da produção total tanto no Estado quanto no país, com crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

No Valor Bruto da Produção Industrial (VBPI), porém, entre 2007 e 2011 o aumento na fabricação de artefatos de concreto e materiais semelhantes foi de 93% no Brasil, enquanto em Santa Catarina esse índice foi de 61%.

O lucro médio das empresas da região Sul apresentou queda de 13% para Santa Catarina entre 2007 e 2011. No mesmo período, o lucro médio por trabalhador apresentou aumento de 2% para os catarinenses, no menor crescimento entre os estados do Sul. Nos estabelecimentos e empregos gerados pelo setor, a concentração ocorre no litoral, Vale e Norte.


Para planejar o futuro do segmento, o estudo da Fiesc trabalha com três frentes: edificações, infraestrutura e pré-fabricados.


Fonte : O Sol Diário e Jornal de Santa Catarina